Escravidão moderna no mundo atinge 5,4 pessoas a cada 1000
Há uma luta mundial contra o trabalho escravo, mal que afeta mais mulheres e criancas
05-12-2019 19:25:13 (531 acessos)
Erradicação das formas contemporâneas de escravidão, como tráfico de pessoas; exploração sexual; casamento forçado e recrutamento de crianças para uso em conflitos armados. São desafios que preocupam governos e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que apesar dos esforços, continuam a crescer pelo mundo. Pior ainda é a informação que 25% das vítimas são crianças e um mal que atinge pelo menos 5,4 em cada 1000 pessoas.

Já dura mais de 5 décadas a luta para salvar seres humanos desse tipo de dominação. Vem desde que a Assembleia Geral da ONU, criou a Convenção das Nações Unidas para a Supressão do Tráfico de Pessoas e a Exploração da Prostituição.. De acordo com as Nações Unidas, cerca de 25% das vítimas desse tipo de abuso são crianças.

Em 2019, o foco do Dia Internacional para a Abolição da Escravidão é

acabar de uma vez com esse tipo de exploração humana. Indicam os

técnicos da ONU que a escravidão mudou e se manifestou de diferentes

maneiras ao longo da história. Segundo a OIT, mais de 40 milhões de

pessoas em todo o mundo ainda são vítimas desse crime.

O termo escravidão contemporânea abrange práticas como trabalho forçado, servidão por dívida e tráfico de seres humanos. Essencialmente, refere-se a situações de exploração que uma pessoa não pode recusar ou deixar devido a ameaças, violência, coerção, engano e abuso de poder.

De acordo com a Organização, 50 milhões de crianças estão sujeitas ao trabalho infantil, representando quase uma em cada 10 no cenário internacional.

Dos 24,9 milhões de pessoas em situação de trabalho forçado, 16 milhões são exploradas no setor privado, como trabalho doméstico e trabalhos na construção ou agricultura.

A exploração sexual forçada afeta 4,8 milhões de pessoas, e outros 4 milhões enfrentam trabalho forçado imposto por autoridades estatais.

Mulheres e meninas são desproporcionalmente afetadas, representando 99% das vítimas na indústria comercial do sexo e 58% em outros setores.

Protocolo do Trabalho Forçado

A campanha 50 for Freedom (“50 pela Liberdade” na tradução livre para o Português), visa convencer pelo menos 50 países a ratificar o Protocolo do Trabalho Forçado até o final de 2019.

O Protocolo da OIT foi adotado pela Conferência Internacional do Trabalho em 2014 e entrou em vigor em 9 de novembro de 2016.

Acordo requer que os países desenvolvam medidas efetivas para prevenir e eliminar o trabalho forçado, assim como proteger e prover acesso das vítimas à Justiça.

 

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