Flúor Evita Cárie Mas Exclui. Alimentação e Higiene São Fundamentais
20-02-2006 00:00:00 (1833 acessos) Uso do flúor tem salvado milhares de brasileiros do mal da cárie dentária. Mas ainda há muito o que fazer em saúde dentária. Há exclusão de avanços. contagiosa a doença se espalha com uso desregrado de açúcares e má alimentação. Refrigerantes e bebidas em pó, facilitam a cárie.


A descoberta do uso do flúor como medida eficaz na prevenção da cárie revolucionou o combate da doença que ainda é considerada um problema de saúde pública em vários países do mundo. Graças à fluoretação da água e ao uso rotineiro de produtos fluorados, a incidência de cáries entre crianças e adolescentes vem caindo radicalmente. A fluoretação da água para consumo humano é recomendado por centenas de organizações de ciência e saúde como um método simples, seguro e barato: cerca de 1 dólar por habitante/ano.

Já foram comemorados mais de 50 anos do uso do flúor no abastecimento público de água como forma de prevenir a cárie. O procedimento foi utilizado pela primeira vez no país em 1953, na cidade de Baixo Guandu, no Espírito Santo, e se tornou obrigatório a partir de 1975, quando o uso da fluoretação em todas as estações de tratamento de água foi regulamentado pelo Decreto 76.872.

A fluoretação da água que abastece as cidades brasileiras é permanentemente fiscalizada por especialistas. As concentrações de flúor variam de região para região - a temperatura média influi na diluição do produto na água -, mas a quantidade considerada ideal oscila entre 0,70 e 1,0 ppm (parte por milhão). Acima disso, a concentração de flúor pode provocar fluorose dental, uma anomalia que afeta o processo de mineralização do dente em crianças de 0 a 6 anos.

O flúor foi utilizado pela primeira vez para prevenção da cárie em Grand Rapids, nos Estados Unidos, em 1945. De lá pra cá, a adoção da fluoretação da água em todas as regiões do mundo tem sido recomendada pelas organizações internacionais de saúde. No Brasil, dados do Ministério da Saúde comprovam que entre 1986 e 1996, quando o índice de abastecimento com água fluoretada era de 42%, a queda da prevalência da cárie entre crianças de até 12 anos de idade foi de 53%. Em 2003, o percentual de pessoas atendidas com água fluorada está próximo de 60%.
 

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