Olivia de Havilland, atriz de 103 anos - Aniversário em  01 de julho

Dame Olivia Mary de Havilland, nasceu em Tóquio, Japão. 

Atriz britânico-américano-francesa, é uma das mais respeitáveis

estrelas da chamada era de ouro do cinema americano. Tronou-se

entre as poucas profissionais de cinema que foram contempladas

em mais de uma ocasião com o Oscar de melhor atriz.

Filha da também atriz Lillian Fontaine, sua irmã mais nova, Joan de Havilland, conhecida pelo nome artístico de Joan Fontaine, tornou-se, a exemplo da própria Olivia, uma das mais admiradas estrelas do cinema, ambas permanecendo até a presente data como as únicas irmãs a terem sido premiadas com o Oscar pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

De Havilland ficou conhecida pela parceria com o astro Errol Flynn, co-estrelando com ele oito filmes, sendo o mais notório As aventuras de Robin Hood ("The Adventures of Robin Hood", 1938), tido como um dos maiores clássicos dentre os filmes de aventura. Mas foi sua performance indicada ao Oscar como Melanie Hamilton Wilkes no épico ...E o vento levou ("Gone with the Wind", 1939) que a colocou nos anais da história do cinema, fazendo com que a atriz ficasse marcada como o símbolo da doçura nos filmes americanos ao atribuir-lhe uma imagem da qual ela própria tentou se desvincular na esperança de obter papéis mais desafiadores e assim provar que a sua capacidade artística lhe permitia ir além - fato este confirmado na década de 1940 em seus desempenhos subsequentes, que, por sua vez, acabaram rendendo-lhe dois Oscars de melhor atriz, pelos filmes Só resta uma lágrima ("To Each His Own", 1946) e Tarde demais ("The Heiress", 1949), além de ter sido indicada ao prêmio também por A porta de ouro ("Hold Back the Dawn", 1941) e A cova da serpente ("The Snake Pit", 1948, tido pela atriz como o filme favorito de sua carreira).

Dentre as honrarias concedidas a Olivia também incluem-se a estrela na Calçada da Fama d

e Hollywood, que recebeu em 1960 graças a sua contribuição à indústria cinematográfica, a

Medalha Nacional das Artes, concedida pelo presidente americano George W. Bush em 2008;

a Ordem Nacional da Legião de Honra, com a qual foi condecorada pelo presidente francês

Nicolas Sarkozy em 2010; e a Excelentíssima Ordem do Império Britânico, sendo condecorada

com o título de Dama do Império Britânico em 2017 pela Rainha Elizabeth II por serviços prestados

às artes, tornando-se, então, aos quase 101 anos, a mais velha mulher a receber esta condecoração.

Olivia também tornou-se defensora dos direitos de atores e atrizes, tendo sido criada, por sua iniciativa, uma lei que leva o seu nome, validada com o objetivo de assegurar aos mesmos importantes direitos que estes devem ter como garantia. Em 1999 ela foi nomeada uma das 500 grandes lendas do cinema pelo American Film Institute. Atualmente vive em Paris, capital francesa, sendo uma das últimas estrelas da era de ouro do cinema americano ainda vivas

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