Zé do Caixão, diretor de cinema - Aniversário em  13 de março

José Mojica Marins nasceu em São Paulo. Tornou-se famoso cineasta, ator, roteirista de cinema e televisão mais conhecido como Zé do Caixão, personagem de filmes de terror.

Embora Mojica seja conhecido principalmente como diretor de cinema de terror, teve trabalhos anteriores cujos gêneros variavam entre faroestes, dramas, aventura, incluindo filmes do gênero pornochanchada. Desenvolveu um estilo próprio de filmar que, inicialmente desprezado pela crítica nacional, passou a ser reverenciado após produções que começarem a ser consideradas cult no circuito internacional. Mojica é considerado como um dos inspiradores do movimento marginal no Brasil.

Em todos os filmes, com exceção de Encarnação do Demônio, José Mojica Marins foi dublado. Na década de 1960, diversos filmes nacionais necessitavam dublagem, por diversas razões: nitidez de som nas externas e até realçar melhor interpretação. Algumas vezes o próprio ator dublava o personagem, mas em outras ocasiões necessitava de um profissional qualificado para melhor desempenho.

Na Odil Fono Brasil, mostraram a Mojica vários filmes, para que escolhesse um dublador. Mojica ficou particularmente impressionado com a voz usada para dublar o ator italiano Mario Carotenuto: a voz de Laercio Laurelli. Laurelli fez a voz de Zé do Caixão em À Meia-Noite Levarei Sua Alma, Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver e O Estranho Mundo de Zé do Caixão; enquanto O Ritual dos Sádicos, Finis Hominis, Quando os Deuses Adormecem foram dublados por Araken Saldanha, na AIC; já Exorcismo Negro e Delírios de um Anormal tiveram a voz de João Paulo Ramalho, também na AIC.[

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